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Neuromarketing: o que é, exemplos e dicas

Imagem Artigo Neuromarketing

 

Muitas vezes, poderá já ter perguntado a si próprio:

  • Porque é que os consumidores compram determinado produto ou serviço?
  • Porque é que alguns anúncios são mais atrativos do que outros? Saiba mais sobre Google Ads.
  • Porque é que o consumidor prefere uma marca em detrimento de outra? Saiba mais sobre a importância do Rebranding de uma marca.
  • Porque é que os consumidores deixam de comprar determinado produto ou serviço?
  • Quanto é que os consumidores estão dispostos a pagar por determinado produto ou serviço?

O neuromarketing poderá responder a essas questões, pois é um campo do marketing que estuda o comportamento do consumidor e, principalmente, identifica o impacto emocional de um produto. Quando falamos em comportamento do consumidor, referimo-nos aos seus desejos, impulsos e motivações de compra. A necessidade de introdução deste novo campo de estudo surgiu porque, na prática, o nosso processo de tomada de decisão não é tão racional, como pensamos que é.

O neuromarketing pode ser aplicado em qualquer peça publicitária, seja em formato digital ou offline, com a intenção de produzir mais impacto na mente do consumidor. Para testar esse mesmo impacto, antes da publicação ou colocação online de algumas peças publicitárias, as empresas poderão mostrás-las a alguns voluntários para perceber quais delas ativam mais regiões no cérebro. Por exemplo, através de testes de ressonância magnética é possível medir a dilatação da pupila, a resposta muscular e a temperatura da pele de um indivíduo quando este é estimulado.

Como funciona o cérebro?

Existem 3 regiões do cérebro humano que necessita de conhecer para a aplicação do neuromarketing.

Região primitiva

É a parte do cérebro diretamente ligada à sobrevivência e regulação dos órgãos internos. Controla a sede, a fome e outras necessidades básicas.

Região emocional

É a área do cérebro relacionada às nossas emoções e sensações, como por exemplo desconforto, bem-estar, paixão e fúria. Esta é a área alvo das campanhas de Marketing.

Região racional

Está localizada logo atrás da testa e é onde ocorrem os processos mentais mais complexos, nomeadamente análises lógicas e percepções sociais, matemáticas, psicológicas e filosóficas.

Algumas descobertas e exemplos

  • A resposta do nosso cérebro a um preço elevado é muito parecida com receber um beliscão, ou seja, é doloroso. Para minimizar a dor, as empresas vendem em pacote, como faz por exemplo, a Netflix;
  • A publicidade para crianças pode ser controversa, mas é também muito eficaz. Está comprovado que as crianças criam um sentido de lealdade e afeição às marcas, o qual permanece para a vida;
  • Um estudo da Universidade da Columbia verificou que vendiam mais compota quando limitavam a variedade de sabores de 24 para apenas 6, o que significa que muita possibilidade de escolha paralisa o cérebro e é mais fácil não escolher nada;
  • Os sentidos também influenciam muito as nossas decisões. Há supermercados que colocam a padaria na entrada porque o aroma de pão quentinho nos dá fome. Há ainda restaurantes e lojas que colocam música lenta para influenciar o tempo que lá permanecemos. As concessionárias aumentam o sentimento de posse através de test-drives e as lojas de roupa fazem-no através dos provadores, pois conhecem a importância do toque.

Neuromarketing na prática: 2 dicas essenciais

Um bom exemplo de ações com base em neuromarketing em estratégias de lojas online é a utilização de banners noutros websites em que o utilizador navega, ou seja, com base nas suas últimas visitas à loja online, os produtos procurados são oferecidos com descontos, a fim de gerar aquele sentimento de urgência, de forma a criar no cérebro um impulso para a ação da compra.

1. Lembre-se dos neurónios espelho

Mostre outras pessoas a utilizar os produtos ou serviços para que o consumidor consiga identificar-se. Dessa forma, o cérebro do consumidor é inconscientemente estimulado para imitar o outro.

No caso específico das lojas online, use fotografias com pessoas “reais” e não com supermodelos, para que o cérebro humano identifique aquilo como um comportamento a ser reproduzido.

2. Faça o uso correto das cores

As cores também têm impacto sobre o nosso cérebro. Em primeiro lugar, pense sobre qual é o seu segmento de mercado e os tipos de sensações que quer despertar.

Para o segmento de luxo, por exemplo, pode utilizar a cor preta, porque sugere mistério, nobreza e sofisticação.

Conclusão

O neuromarketing tem como objetivo:

  • Entender como o cérebro do consumidor reage aos estímulos que recebe;
  • Analisar estas reações e adequar a comunicação para conseguir maior impacto das ações de marketing.
Não sabe por onde começar? Nós ajudamos a otimizar o seu negócio!

 

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